quinta-feira, 25 de junho de 2015

Congresso discute a agroecologia na América Latina e Caribe


Encontros regionais nos continentes asiático, africano e na região da América Latina e Caribe pretendem atender as realidades e condições ambientais, sociais e econômicas locais.

O Brasil é o anfitrião do Congresso Internacional de Agroecologia da América Latina e Caribe que está acontecendo entre os dias 24 e 26/06 em Brasília. Uma das representantes de organizações promotoras da agroecologia convidadas para o encontro é a secretária executiva do GT Mulheres e Agroecologia e técnica do Centro de Tecnologias Alternativas da Zona da Mata (CTA), Beth Cardoso. Ela se une a parlamentares, representantes dos governos e instituições públicas, da sociedade civil, organizações de agricultores familiares (incluindo agricultura, pecuária, florestal e pesca), cooperativas, organizações de consumidores, povos indígenas e associações de mulheres e de jovens, universidade e centros de pesquisa para fortalecer a agroecologia no âmbito dos países e melhorar, ao mesmo tempo, as oportunidades para a integração regional.

O evento é promovido pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Comunidade dos Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac), Reunião Especializada Sobre Agricultura Familiar do Mercosul (Reaf Mercosul) e Aliança pela Soberania Alimentar na América Latina e no Caribe (Aliança), com apoio do Programa de Cooperação Brasil-FAO.


Mulheres são protagonistas da abertura do congresso

Na noite de ontem, na abertura Congresso Internacional de Agroecologia, foi lançado o livro "Mulheres e Agroecologia, transformando o campo, as florestas e as pessoas", de Emma Siliprandi, e o documentário "Sementes" dirigido por Beto Novaes, costurado a partir de entrevistas com algumas agricultoras retratadas no livro. Como representante da região sudeste, por exemplo, foi escolhida a agricultora de Acaiaca-MG, Efigênia Tereza Marco, a “Fifi”. Tanto mulheres da Articulação Nacional de Agroecologia, a ANA, quanto as atendidas pelo projeto Mulheres e Agroecologia em Rede (na Zona da Mata mineira) participaram das obras visual e literária.

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